
Carlos Antunes nasceu em Lisboa, em abril de 1986. Engenheiro civil de profissão, encontrou na fotografia a sua verdadeira paixão — uma paixão que nasceu em África, onde viveu durante mais de três anos. Foi em Moçambique, entre horizontes infinitos, culturas vibrantes e a imponência da vida selvagem, que o seu olhar se transformou.
Costuma citar uma frase de Richard Mullin que traduz bem esse deslumbre: “O único homem que invejo é o homem que ainda não esteve em África, pois ele tem muito o que esperar”.
O primeiro safari no Parque Nacional Kruger, na vizinha África do Sul, revelou-lhe não apenas a beleza do mundo natural, mas a urgência de o preservar. Desde então, a fotografia tornou-se, mais do que um hobby, uma forma de viver e de ver o mundo.
Começou pela vida selvagem, mas cedo expandiu o seu olhar para a fotografia de viagem e de paisagem natural. Hoje, o seu portfólio abrange dezenas de países, numa busca incessante pela grandiosidade e fragilidade da Terra. Cada imagem é, para si, uma tentativa de traduzir em silêncio a emoção do instante e acredita que a fotografia é, acima de tudo, um convite: a viajar, a sentir e a proteger.
O seu trabalho já foi distinguido em diferentes concursos e publicado em revistas de renome internacional, incluindo a National Geographic. Mais do que registar, Carlos procura partilhar. É por isso que organiza viagens fotográficas à Namíbia, levando outros a viver, através da lente, a experiência crua e fascinante de um dos lugares mais extremos do planeta.